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Preço volta a subir com China e parada na CMPC



Publicado em 27/09/2017
Fonte: Valor Econômico

Depois da trégua em agosto nos aumentos de preço da celulose de fibra curta, que vinham ocorrendo mensalmente desde outubro, a matéria-prima volta a ficar mais cara em setembro. Na sexta-feira, a Fibria anunciou reajuste de US$ 30 a tonelada, válido a partir do dia 1º nos três mercados de referência (Ásia, Europa e América do Norte). A Eldorado Brasil vai acompanhar a concorrente e a tendência é que os demais produtores façam o mesmo. Procurada, a Suzano Papel e Celulose informou que está analisando as condições de mercado para se posicionar a respeito.

O impulso final ao novo anúncio de reajuste foi dado pela CMPC Celulose Riograndense, que surpreendeu ao ampliar significativamente o prazo da parada para manutenção na linha 2 na fábrica de Guaíba (RS). A linha está paralisada desde 13 de julho e, inicialmente, voltaria a operar em 30 de julho. Agora, ficará inativa até 11 de novembro, reduzindo a produção em 400 mil toneladas, com impacto financeiro de US$ 200 milhões. Segundo fontes da indústria, o mercado mais afetado deve ser o chinês, principal destino da celulose produzida em Guaíba.

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